9 de abr de 2011

Isso se chama vida. Segunda parte.

Quero deixar claro, logo de início, que o primeiro e o segundo texto não se completam, esse tem um teor parecido, mas com uma mensagem completamente diferente.
Enfim, vamos ao texto:


Quando nós pensamos ter construido um muro em volta de nós, que nada mais pode afetar-nos, algo acontece. Você, aquela pessoa, aparece. Um sorriso seu e o dia se torna perfeito, uma briga e parece o apocalipse. Isso se chama paixão, que é sinônimo de dependência.
O mundo é um lugar de perfeitas possibilidades, e de igualdade. Por que em geral, todo mundo pode fazer de tudo pra mudar. Independente da cor, raça ou dinheiro existente no seu colchão ou no seu bolso.
Você imagina que não, mas a verdade é que é sim.
O maior defeito do ser humano é acreditar que ele vai realmente precisar de algo supérfulo. A mil anos atrás, sem computador, televisão e etc, o homem evoluia e fazia teorias que só foram comprovadas nos dias de hoje. Mil anos antes.
Mas será que tudo o que consideramos certo, que as leis da física são realmente reais, que aquele romance está fadado ao fracasso? Difícil prever.
Eu gostaria de saber se pelo caminho que ando, e pelas decepções que passo, algo realmente extraordinário vai acontecer. Caso contrário, ainda dá tempo de mudar de opinião. Afinal, você tem o livre árbitrio e uma tal de liberdade, que no fundo nem existe realmente.
Deveríamo-nos perder mais, pra deixar que a vida nos encontre. Talvez isso funcione.

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